1543 - 2015   471 Anos de História
Santa Casa da Misericórdia das Velas
 
 
 
 
 
 
 
Governo dos Açores promove acordo entre instituições sociais em S. Jorge





A Secretaria Regional da Solidariedade Social, no âmbito da política de promoção e incentivo de sinergias entre instituições sociais, celebrou em S. Jorge, um acordo de princípios com a Santa Casa da Misericórdia de Velas e a Associação de Apoio a Crianças com Necessidades Educativas Especiais para a implementação de um centro de atividades ocupacionais e um lar residencial para pessoas com deficiência.

Este acordo, segundo Piedade Lalanda, “é mais um exemplo de parceria e colaboração institucional em benefício dos cidadãos que mais precisam de apoio”, acrescentando que representa “dois princípios básicos” do novo modelo de financiamento da rede de equipamentos sociais, que são a “cooperação e a partilha de recursos”.

Nesse sentido, Piedade Lalanda destacou as duas instituições que aceitaram juntar esforços e recursos para “dar corpo ao novo centro de atividades ocupacionais”, que ficará instalado no edifício da Santa Casa e será gerido pela Associação de Apoio a Crianças com Necessidades Educativas Especiais.

A Secretária Regional da Solidariedade Social salientou ainda que “o trabalho em rede exige cooperação, partilha de recursos”, acrescentando que foi com essa finalidade que o acordo de princípios foi assinado entre o Executivo e as duas instituições.

Piedade Lalanda afirmou estar convicta de que a missão social que cabe a cada uma das instituições vai ser concretizada porque terão “melhores condições” para oferecer às pessoas com deficiência.

Na sua intervenção, a Secretária Regional considerou ainda que este investimento “é um sinal de esperança” para as famílias e, de uma forma geral, para a própria comunidade.


GaCs







 
 
 
 
 
“São Jorge tem potencial para atividades culturais”, afirmou Frederico Maciel (c/audio)
 
 
 
 

O Provedor da Santa Casa da Misericórdia das Velas, Frederico Maciel, referiu que “São Jorge tem uma capacidade quase que intrínseca para a atividade cultural”, mas que não tem sido explorada, dizendo mesmo que a ilha “tem potencial para atividades culturais”.

Frederico Maciel falava no âmbito do ensaio geral, aberto à imprensa, da peça de teatro Talula que estreou na passada sexta-feira, dia 21 de Março, no Auditório Municipal.

“São Jorge tem atividades culturais, mas muitas vezes as pessoas não se apercebem disso”, assegurou Frederico Maciel, salientando o comodismo da população.

O Provedor da Misericórdia das Velas mencionou ainda importância das filarmónicas existentes na ilha, dos grupos de teatro que já existiram e dos que ainda se mantêm ativos.

A encenadora da peça, Andreia Melo, mostrou-se satisfeita com o último ensaio antes da estreia e considerou importante o envolvimento e a participação dos docentes e funcionários da Santa Casa da Misericórdia na comunidade, dizendo que este é mesmo um trabalho para a comunidade, “é algo para dar aos outros”, como referiu a encenadora da peça.

De salientar que esta peça foi interpretada pelo grupo de teatro amador da Santa Casa da Misericórdia das Velas, no próprio dia mundial do teatro amador e que contou com casa cheia na sua estreia.



Liliana Andrade/RL Açores


 
 
 
 
 
 
Santa Casa da Misericórdia das Velas celebra 471 anos


 
 
 
A Santa Casa da Misericórdia das Velas celebra este ano 471 anos de existência. Na comemoração do aniversário, o provedor, Frederico Maciel, mostrou-se muito satisfeito por ao longo destes anos esta instituição ter permanecido e por ter conseguido sobreviver “às incompreensões não só de particulares mas dos próprios governos”.

Frederico Maciel, em declarações à RL Açores, disse sentir o “peso da história desta instituição”, instituição esta que ao longo de 471 anos soube levar às pessoas “a caridade e a solidariedade”.

O provedor da Misericórdia das Velas realçou o facto desta instituição se ter conseguido adaptar “às novas situações que foram surgindo com o passar dos anos”, mostrando-se convicto que irá conseguir também “sobreviver” às situações futuras.

“Eu penso que qualquer provedor de uma Misericórdia com estes anos para trás que sente uma responsabilidade muito grande”, afirmou Frederico Maciel.

Uma vez que o aniversário da Santa Casa da Misericórdia das Velas foi celebrado durante as festividades de São Jorge, cuja temática era a Crise Sismica de 1964, Frederico Maciel não pôde deixar de referir a importância que esta instituição teve na altura do sucedido, afirmando mesmo que “em 1964, quando foi a crise sísmica, a Misericórdia teve o seu papel importantíssimo”.

“Em primeiro lugar tinha as pessoas que estavam no hospital” e que mesmo apesar da crise sísmica tinha de se garantir a sua permanência e a sua cura no hospital e, para além disso, “quando no dia 15 à noite vieram as pessoas deslocadas para as Velas, o que está nas actas e nos papéis é que a Misericórdia forneceu refeições quentes a essas pessoas”, explicou o atual provedor.

Frederico Maciel ressalvou que, enquanto provedor da Santa Casa, a sua intenção “é preservar o que aconteceu e num futuro não dizerem” que a sua provedoria “olvidou o papel da Misericórdia”, sendo que por outro lado, pretende “levar à comunidade a existência de uma Santa Casa da Misericórdia, que teve um papel histórico importantíssimo e que agora também o tem noutras vertentes”, tendo já criado outro tipo de valências.

“A Misericórdia serve para chegar àquilo que o Governo não tem capacidade de chegar”, frisou o provedor da Misericórdia das Velas.

No decorrer da celebração dos 471 anos da Misericórdia foi apresentado o livro da autoria de Avelino de Freitas de Meneses, intitulado “A Ilha de São Jorge – uma síntese histórica”, que contou com a apresentação por parte do Professor Doutor Teodoro de Matos. Houve lugar também para a performance do Grupo de Teatro da Santa Casa da misericórdia das Velas, “Páginas de Basalto”.


Liliana Andrade/RL Açores







 
 
 
 

 
 
 
Decorreu  no Auditório Municipal das Velas, a Festa de Natal dos utentes da Santa Casa da Misericórdia. A Festa foi pela primeira vez aberta ao público e segundo Frederico Maciel, provedor da instituição, “correu muito bem”.

Nesta festa foi apresentado um espetáculo teatral, encenado por Andreia Melo e, protagonizado pelas próprias crianças.

Andreia Melo, que falava no início do espetáculo, afirmou ter dividido a peça intitulada “A Greve dos Anjos” em quatro partes, sendo que assim todas as crianças da instituição puderam participar, desde as bebés da creche até às crianças da ATL.

Em declarações à RL Açores, Andreia afirmou que apesar de este ser o seu primeiro trabalho de âmbito educativo e ter sido “muito difícil” trabalhar com as crianças, tendo em conta “que uns ainda são bebés, que aprenderam a andar à pouco tempo e que alguns ainda nem falam”, a experiência “foi muito boa, porque eles são muito verdadeiros nas coisas que fazem e esforçaram-se muito”.

“O meu objetivo foi cumprido”, referiu Andreia, uma vez que todas as crianças “conseguiram entrar em cima do palco e enfrentar o público”.

Também Frederico Maciel, provedor da Santa Casa da Misericórdia das Velas, se mostrou muito satisfeito com o resultado da festa de Natal, dizendo que as pessoas aderiram e que pareciam satisfeitas, salientando ainda “o trabalho muito interessante”, feito pela encenadora Andreia Melo.

Ainda no decorrer da festa as crianças receberam a visita do Pai Natal e houve também um lanche aberto a todo o auditório.
 
 

Liliana Andrade/RL Açores
 
 
 
 

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Na manhã desta quarta-feira, as crianças do ATL de Verão da Santa Casa da Misericórdia das Velas tiveram oportunidade de participar numa visita guiada e explicativa de todas as igrejas e ermidas do centro da Vila das Velas, bem como aos locais onde existiram antigamente tais edificações.

De acordo com o provedor da Misericórdia, “esta atividade está integrada nos projetos de verão das crianças, sobretudo dos do ATL que não têm escola e, portanto estão de férias e, sendo que há quarta-feira não há piscina têm então estes passeios”.

Frederico Maciel salientou que de certo modo se optou por dar “um certo cunho cultural ou histórico” às atividades dos mais crescidos que frequentam o ATL em tempo de férias.

O provedor da Santa Casa considerou ser importante que as crianças se envolvam e tenham conhecimento da história da sua Vila, sendo que apesar de não fixarem toda a informação ficam com uma ideia geral e “elas conversam sobre isso, sobre o que gostaram mais e sobre o que lhes ficou na memória”.

De acordo com Frederico Maciel estas atividades são para continuar ao longo do verão, sendo que “o próximo passeio será às fortificações e muralhas de defesa da vila que existiram ao longo dos séculos”, pretendendo também visitar “os arruamentos primitivos, as casas importantes das Velas em termos históricos, assim como também os diferentes nomes que as ruas foram tomando ao longo do tempo”.

O provedor da Misericórdia velense acrescentou ainda que existem cerca de 19 igrejas e ermidas na Vila das Velas, sendo que algumas ainda existem e outras já não, mas destacou também que houve uma altura em que todas elas, excetuando uma, chegaram a estar em funcionamento litúrgico ao mesmo tempo.
 

Liliana Andrade/RL Açores
 
 



 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
A Secretária Regional da Solidariedade Social afirmou hoje, nas Velas, que está em curso a segunda fase do concurso público da obra de recuperação e adaptação do edifício do antigo externato Cunha da Silveira para Centro de Atividades Ocupacionais e Lar Residencial para pessoas com deficiência, da Associação de Apoio a Crianças com Necessidades Educativas Especiais.

Piedade Lalanda, que visitou as atuais instalações do centro de atividades, frisou que a obra, orçada na totalidade em mais de 700 mil euros, foi agora a concurso para a concretização da segunda fase pelo valor de 450 mil euros, tendo concorrido cinco empresas.

“Este investimento visa dignificar as pessoas com deficiência, dotando-as de um espaço condigno”, salientou Piedade Lalanda, que recordou a intenção do Executivo açoriano de proporcionar aos familiares das pessoas com deficiência, através do lar residencial, um período de descanso ou de apoio em situação de ausência da ilha.

A Secretária Regional salientou ainda a parceria entre a Santa Casa da Misericórdia de Velas e a Associação de Apoio a Crianças com Necessidades Educativas Especiais para a implementação deste espaço.

“Estas duas instituições são exemplo da política de promoção e incentivo de sinergias entre instituições sociais que o Governo dos Açores tem vindo a promover”, frisou a governante regional, destacando a importância desta resposta para as pessoas com deficiência e para as suas famílias.

Nesse sentido, recordou que o Executivo açoriano vai criar um gabinete de apoio aos cuidadores informais, no âmbito da Segurança Social, que dará, entre outras, informações sobre respostas sociais que possam existir no concelho, desde acesso a ajudas técnicas, como camas articuladas, cadeiras de rodas ou andarilhos, até informações sobre que tipo de prestações sociais tem direito o cidadão.

Piedade Lalanda salientou também que o Governo dos Açores vai disponibilizar, através de uma plataforma na Internet, uma base de dados de ajudas técnicas, a qual sinalizará os equipamentos disponíveis para pessoas dependentes e cuidadores nas instituições sociais.


GaCS



 
 
 
 
 
 



É já no próximo dia 17 de maio, sábado, que o Auditório Municipal das Velas vai receber um concerto solidário promovido pela Assembleia Legislativa da Região Autónoma dos Açores, que irá reunir grupos musicais como a Tuna da Associação dos Bombeiros Voluntários de Velas, o Grupo de Cordas das Manadas, a Orquestra e o Coro da Musicodesporarte.

Este concerto vai contar também com a participação do Centro de Atividades Ocupacionais de Velas, do Centro de Atividades Ocupacionais da Santa Casa da Misericórdia da Calheta, do Grupo de Teatro da Santa Casa da Misericórdia das Velas e do Gimni Centro Health Club.

Poetas açorianos, entre os quais alguns jorgenses, marcarão presença na voz de Belarmino Ramos, responsável pela seleção de poemas, também ele poeta, ator e encenador. Lina Monteiro e Andreia Melo vão evocar alguns dos nomes que nasceram ou passaram pela ilha, escrevendo sobre as suas belezas e a sua singularidade.

Também Marla Monteiro, acompanhada por António Pedroso, irá recordar Francisco Lacerda, numa viagem musical e poética cujo tema central é a saudade.

Tendo em conta que este é um concerto solidário, todos os participantes atuam gratuitamente e cada espetador é chamado a apoiar do modo mais simples, podendo contribuir com o donativo que entender ou puder oferecer, anonimamente.

ALRAA/RL Açores
 
 







 
 
 
 
 
 
O anúncio do concurso público para a obra de recuperação e adaptação do edifício do Centro de Atividades Ocupacionais e Lar Residencial da Santa Casa da Misericórdia de Velas, em S. Jorge, com um preço base de 450 mil euros, foi hoje publicado em Diário da República.

Com esta iniciativa, o Governo dos Açores pretende contribuir para a melhoria das instalações e para o aumento da capacidade de lugares deste equipamento social, apoiando de forma direta as pessoas com deficiência e as suas famílias.

GaCS





 




 
 
 
 
José Seco é licenciado em Biologia e mestre em Ecologia pela Universidade de Coimbra e está em São Jorge a realizar palestras sobre a sua expedição à Antártida e sobre o trabalho desenvolvido lá durante dois meses e onde esteve em contacto com várias espécies, nomeadamente pinguins.

Na sua primeira palestra na ilha, que se realizou esta terça-feira no auditório da Escola Profissional, José Seco teve como assistência as crianças do ATL da Santa Casa da Misericórdia das Velas.

Em declarações à RL Açores, o Biólogo explicou que estas palestras integram-se em dois projetos, o Projeto Educação Propolar e o Projeto Profissão Cientista Polar, que “têm como principal objetivo levar às escolas e à comunidade em geral um pouco mais sobre o conhecimento da Ciência Polar e sobre a Ciência Polar que é feita em Portugal e o porquê de fazermos essa Ciência”.

“Nós queremos explicar basicamente à comunidade geral o que é a Antártida, onde é”, bem como “o que é o Ártico e onde fica”, frisou José Seco, referindo ainda que nestas palestras fala sobre “as equipas portuguesas que estão a trabalhar tanto no Ártico como na Antártida, sendo mais de 15 equipas a trabalhar nas diversas áreas”.

José Seco revelou que a oportunidade de viajar até à Antártida surgiu na sequência da procura de projetos para a sua tese de mestrado.

O Biólogo explicou que começou por trabalhar com José Xavier do Instituto do Mar da Universidade de Coimbra num projeto que envolvia Bacalhau da Antártida e Lulas e, assim, “no ano de 2011 surgiu a oportunidade de participar na primeira Campanha Polar Portuguesa”, através do trabalho desenvolvido com o seu orientador, participando, assim, no “Projeto Pinguim”, onde durante a viagem de dois meses estiveram “a avaliar a competição que existe entre dois tipos de pinguins”.

José Seco disse mesmo que este trabalho e a oportunidade de o apresentar às crianças é uma mais-valia, facilitando a comunicação e sendo muito gratificante ver a alegria e o interesse das crianças quando se fala em pinguins, destacando também a importância de alertar as crianças para factos como a necessidade de preservar o ecossistema e alertar para o problema do aquecimento global.

De salientar que no dia 1 de Agosto José Seco dará uma palestra na ilha do Pico e no dia 6 volta a estar no auditório da Escola Profissional da Ilha de São Jorge numa palestra que estará aberta a toda a população.
 

Liliana Andrade/RL Açores










 
 
 
 
 
Decorreu esta quinta-feira, primeiro dia da XXVII Semana Cultural das Velas, no Salão Nobre dos Paços do Concelho, a apresentação do livro “Aquém e Além de São Jorge: Memórias e Visão” pela professora Rute Dias Gregório, numa organização do CHAM, Centro de História D’Aquém e D’Além Mar, e da Misericórdia das Velas.

Frederico Maciel, provedor da Santa Casa da Misericórdia das Velas, explicou, na sua intervenção, que este livro surgiu de um dos últimos colóquios realizados em 2013 na ilha com o mesmo tema do livro, tendo já sido realizados outros dois colóquios anteriormente.

O provedor da Muisericórdia salientou que esse terceiro colóquio “aproximou-se, finalmente, da ilha com o tema Aquém e além de São Jorge: Memória e Visão”, sendo que “é deste último congresso o livro que hoje se apresenta que toma o título do próprio colóquio tal como foi o livro A Ilha de São Jorge: Uma Síntese Histórica do Professor Doutor Avelino de Meneses”.

O provedor da Misericórdia velense deixou ainda um desafio ao município que se prende com a republicação do livro de Elsa Mendonça “Ilha de São Jorge: Subsídios para o Estudo da Etnografia, Linguagem e Folclore regionais”.

Rute Dias Gregório, historiadora e responsável pela apresentação do livro, explicou que este trabalho reúne treze estudos, estudos esses que foram apresentados no colóquio que dá nome ao livro.

“Esta obra que compila treze estudos está dividida em dois segmentos principais”, frisou Rute Gregório.

 O segmento Aquém de São Jorge, ou seja, “São Jorge visto da parte de cá, reúne sete trabalhos que versam, grosso modo, aspetos da história, da cultura, da população, da economia e das representações da ilha de São Jorge.” A segunda parte, Além de São Jorge, “agrupa, essencialmente, seis estudos sobre os Açores, essencialmente, de âmbito histórico, mas também com um trabalho de cariz patrimonial e museológico”, explicou a professora.

O presidente do município velense afirmou que o município é sensível à parte cultural, revelando que de momento decorre nos passos do concelho uma obra que será inaugurada no próximo ano e que irá pôr à disposição de todos os interessados o espólio em termos documentais que, segundo Luís Silveira, é riquíssimo.


Liliana Andrade/RL Açores
 
 
 




 
 
 
 
 
Ana Luís, presidente da Assembleia Legislativa Regional, que esteve em São Jorge no passado fim-de-semana para assistir ao concerto solidário promovido pela Assembleia, teve também oportunidade de visitar algumas instituições da ilha, entre as quais o CAO das Velas e a Santa Casa da Misericórdia da Calheta.

De visita ao CAO das Velas, a presidente da assembleia registou que esta “foi uma vista muito interessante” e que a associação conta com “um programa e um plano de atividades bastante completo”.

Ana Luís salientou também que o papel desta associação é muito importante na vida dos seus utentes, uma vez que é sempre “uma forma de ocuparem os seus tempos livres” bem como “terem outra dinâmica na sua atuação do dia-a-dia, poderem interagir também com outros jovens de outras escolas aqui do concelho”.

 “É uma associação com muitos projetos de futuro que devem ser apoiados e, que, naturalmente, serão e que projeta para estes jovens e para estes adultos uma perspetiva de futuro melhor dada a sua condição física”, frisou Ana Luís.

A presidente da Assembleia afirmou que atualmente as crianças portadoras de deficiência já são integradas na escola regular, mas há medida que vão crescendo “há outras exigências e outro trabalho mais específico que tem de ser feito com eles” e, de acordo com Ana Luís, cabe à população em geral a responsabilidade em facilitar a adaptação e integração destes jovens e futuros adultos na sociedade.

Fátima Osório, presidente do CAO das Velas, referiu, a propósito da visita de Ana Luís, que é sempre “importante e imprescindível” que as pessoas e instituições visitem o CAO e se lembrem da sua existência uma vez que estão cá para progredir.

A presidente da associação acrescentou que ainda se encontram muitas barreiras físicas e psicológicas no que toca às pessoas portadoras de algum tipo de deficiência e que é necessário que se adaptem e se melhorem os acessos bem como as mentalidades das pessoas no que respeita à deficiência e à diferença.



Liliana Andrade/RL Açores